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	<title> Fracci&#243;n Trotskista Cuarta Internacional </title>
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		<title>Viva a Greve do Sindicato de Trabalhadores Contratados e Tempor&#225;rios Unidos!</title>
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		<dc:creator>Clase contra Clase (Chile)</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Movimiento Obrero</dc:subject>
		<dc:subject>Actualidad</dc:subject>
		<dc:subject>An&#225;lisis</dc:subject>
		<dc:subject>Chile: &#161;Viva la lucha de los estudiantes y trabajadores!</dc:subject>
		<dc:subject>Chile</dc:subject>
		<dc:subject> PTR (Partido de Trabajadores Revolucionarios), do Chile </dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Na segunda- feira, 23 de dezembro, se efetivou a greve legal do Sindicato de Trabalhadores Contratados e Tempor&#225;rios Unidos do porto de Mejillones. Este sindicato protagonizou uma das greves mais importantes e combativas deste ano (2013), que conseguiu contar com a solidariedade da maioria dos portos a n&#237;vel nacional, gra&#231;as as paradas em apoio impulsionadas desde a Uni&#227;o Portu&#225;ria. Ap&#243;s uma forte luta os companheiros conseguem triunfar pelas suas demandas. Hoje novamente os trabalhadores contratados e tempor&#225;rios de Mejillones se levantam para lutar.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://estrategiainternacional.org/Articulos-en-portugues" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en portugu&#233;s&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://estrategiainternacional.org/Chile-102" rel="tag"&gt;Chile&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://estrategiainternacional.org/PTR-Partido-de-Trabajadores-Revolucionarios-de-Chile" rel="tag"&gt; PTR (Partido de Trabajadores Revolucionarios), do Chile &lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH100/arton7398-c6b39.jpg?1696526389' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='100' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Na segunda- feira, 23 de dezembro, se efetivou a greve legal do Sindicato de Trabalhadores Contratados e Tempor&#225;rios Unidos do porto de Mejillones. Este sindicato protagonizou uma das greves mais importantes e combativas deste ano (2013), que conseguiu contar com a solidariedade da maioria dos portos a n&#237;vel nacional, gra&#231;as as paradas em apoio impulsionadas desde a Uni&#227;o Portu&#225;ria. Ap&#243;s uma forte luta os companheiros conseguem triunfar pelas suas demandas. Hoje novamente os trabalhadores contratados e tempor&#225;rios de Mejillones se levantam para lutar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os companheiros se enfrentam contra a UltraPort, controlada por um dos setores empres&#225;rias mais direitistas e reacion&#225;rios do pa&#237;s. Se trata da fam&#237;lia Von Appen, publicamente conhecida pelas declara&#231;&#245;es de Sven Von Appen contra os trabalhadores. Durante estes meses, novamente este personagem saiu publicamente, descaradamente afirmando que, se o governo n&#227;o lhes favorece, que buscar&#227;o a um novo Pinochet. Nesta tirania, vivem diariamente os portu&#225;rios em seus lugares de trabalho que tem sofrido uma s&#233;rie de praticas anti-sindicais durante a negocia&#231;&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os empres&#225;rios tem constantemente ignorado as exig&#234;ncias do sindicato, e hoje se negam a negociar conjuntamente com contratados e tempor&#225;rios. Os companheiros hoje est&#227;o em greve exigindo que se reconhe&#231;a os direitos de que, todos os trabalhadores, tantos os contratados com os tempor&#225;rios, possam negociar coletivamente. O trabalho tempor&#225;rio nos portos &#233; uma das modalidades mais prec&#225;rias que determina o C&#243;digo Trabalhista da ditadura. Hoje os companheiros do Sindicato dos Trabalhadores Contratados e Tempor&#225;rios Unidos novamente s&#227;o um exemplo para o conjunto da classe trabalhadora, pois exigem como piso esse direito b&#225;sico, enfrentando a tirania dos empres&#225;rios e questionando um aspecto fundamental da legisla&#231;&#227;o trabalhista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Viva a unidade de contratados e tempor&#225;rios! Viva a Greve dos portu&#225;rios de Mejillones!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse &#233; o momento para trabalhadores e estudantes, organiza&#231;&#245;es sindicais, centros estudantis, federa&#231;&#245;es e assembleias estudantis, organismos de direito humanos, organiza&#231;&#245;es de mulheres, moradores, organiza&#231;&#245;es culturais e politica; nos unimos para apoiar a greve dos companheiros e impulsemos uma solidariedade ativa com suas lutas e suas demandas. As organiza&#231;&#245;es abaixo assinadas temos organizado e coordenado, para levar adiante esta solidariedade de classe, para o qual estamos convocando a uma concentra&#231;&#227;o nesta sexta feira 27 de dezembro as 12hrs, em frente ao minist&#233;rio do trabalho. Este &#233; apenas o primeiro passo para que trabalhadores e estudantes em diversas partes do pa&#237;s, apoiemos com todas as nossas for&#231;as esta luta que vem sido dura ate o triunfo de todas as suas demandas. Fazemos um chamado aberto e unit&#225;rio para aderir esta declara&#231;&#227;o e difundi-la ativamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Assinam:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Organiza&#231;&#245;es e dirigentes sindicais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confederaci&#243;n de Sindicatos Bancarios y Afines&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sindicato de Trabajadores Fundaci&#243;n Le&#243;n Bloy&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cristi&#225;n Alexis Aguilera Alcorce, Delegado Sindicato Nacional de Carteros, Correos de Chile&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Erwin Mu&#241;oz dirigente sindicato Komatsu Reman&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ra&#250;l Mu&#241;oz Dirigente Asociaci&#243;n de Funcionarios Fenats Hospital Barros Luco Trudeau&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antonio P&#225;ez, Secretario del Sindicato de Trabajadores Starbucks Coffe&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alternativa Obrera&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Organizaciones y dirigentes estudiantiles&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;FECH&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;FEUSACH&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Asamblea Coordinadora de Estudiantes Secundarios (ACES)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Centro de Estudiantes de Derecho U de Chile&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pikete Sindical Derecho U de Chile&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Secretar&#237;a de Unidad Obrera Estudiantil (SECOE) Historia USACH&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Secretar&#237;a de Unidad Obrera Estudiantil (SECOE) Filosof&#237;a y Humanidades U de Chile&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Organizaciones pol&#237;ticas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Frente de Estudiantes Libertarios (FEL)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Partido de Trabajadores Revolucionarios (PTR)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Somos USACH&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Frente de Acci&#243;n Socialista (FAS)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Colectivo Nodo Derecho U de Chile&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Socialismo Revolucionario&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pan y Rosas - Teresa Flores&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Corriente Estudiantil Revolucionaria (CER)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Partido de Trabajadores (PT)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Coordinadora Territorial Libertaria (CTL)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agrupaci&#243;n Combativa y Revolucionaria (ACR)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tendencia Juventud Revolucionaria (TJR)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Partido Obrero Revolucionario (POR)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Organizaciones art&#237;sticas y culturales Brigada de Hip Hop Clasista (BH2C)&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
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		<title>Clase contra Clase, Pan y Rosas y Las Armas de la Cr&#237;tica se manifiestan contra el golpismo y el toque de queda en Honduras.</title>
		<link>https://estrategiainternacional.org/Clase-contra-Clase-Pan-y-Rosas-y-Las-Armas-de-la-Critica-se-manifiestan-contra-el-golpismo-y-el</link>
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		<dc:date>2009-09-23T13:17:56Z</dc:date>
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		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Clase contra Clase (Chile)</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Contra el golpe en Honduras | 2009</dc:subject>
		<dc:subject>Solidaridad Internacional</dc:subject>
		<dc:subject>Chile</dc:subject>
		<dc:subject>Honduras</dc:subject>

		<description>&lt;object width=&#034;120&#034; height=&#034;95&#034;&gt;&lt;param name=&#034;movie&#034; value=&#034;http://www.youtube.com/v/CJsDiSH6fOo&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#034;allowFullScreen&#034; value=&#034;true&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#034;allowscriptaccess&#034; value=&#034;always&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&#034;http://www.youtube.com/v/CJsDiSH6fOo&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;&#034; type=&#034;application/x-shockwave-flash&#034; allowscriptaccess=&#034;always&#034; allowfullscreen=&#034;true&#034; width=&#034;120&#034; height=&#034;95&#034;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;object width=&#034;120&#034; height=&#034;95&#034;&gt;&lt;param name=&#034;movie&#034; value=&#034;http://www.youtube.com/v/J7ufrlXDotc&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#034;allowFullScreen&#034; value=&#034;true&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#034;allowscriptaccess&#034; value=&#034;always&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&#034;http://www.youtube.com/v/J7ufrlXDotc&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;&#034; type=&#034;application/x-shockwave-flash&#034; allowscriptaccess=&#034;always&#034; allowfullscreen=&#034;true&#034; width=&#034;120&#034; height=&#034;95&#034;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;object width=&#034;120&#034; height=&#034;95&#034;&gt;&lt;param name=&#034;movie&#034; value=&#034;http://www.youtube.com/v/vtHUF4Tb1Yo&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#034;allowFullScreen&#034; value=&#034;true&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#034;allowscriptaccess&#034; value=&#034;always&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&#034;http://www.youtube.com/v/vtHUF4Tb1Yo&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;&#034; type=&#034;application/x-shockwave-flash&#034; allowscriptaccess=&#034;always&#034; allowfullscreen=&#034;true&#034; width=&#034;120&#034; height=&#034;95&#034;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;object width=&#034;120&#034; height=&#034;95&#034;&gt;&lt;param name=&#034;movie&#034; value=&#034;http://www.youtube.com/v/8bflNwOJQfU&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#034;allowFullScreen&#034; value=&#034;true&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#034;allowscriptaccess&#034; value=&#034;always&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&#034;http://www.youtube.com/v/8bflNwOJQfU&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;&#034; type=&#034;application/x-shockwave-flash&#034; allowscriptaccess=&#034;always&#034; allowfullscreen=&#034;true&#034; width=&#034;120&#034; height=&#034;95&#034;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;object width=&#034;120&#034; height=&#034;95&#034;&gt;&lt;param name=&#034;movie&#034; value=&#034;http://www.youtube.com/v/yD8hRejn8fs&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#034;allowFullScreen&#034; value=&#034;true&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#034;allowscriptaccess&#034; value=&#034;always&#034;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&#034;http://www.youtube.com/v/yD8hRejn8fs&amp;hl=es&amp;fs=1&amp;&#034; type=&#034;application/x-shockwave-flash&#034; allowscriptaccess=&#034;always&#034; allowfullscreen=&#034;true&#034; width=&#034;120&#034; height=&#034;95&#034;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;

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&lt;a href="https://estrategiainternacional.org/Articulos-en-castellano" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en castellano&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://estrategiainternacional.org/America-Latina" rel="tag"&gt;Am&#233;rica Latina&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://estrategiainternacional.org/Contra-el-golpe-en-Honduras" rel="tag"&gt;Contra el golpe en Honduras | 2009&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://estrategiainternacional.org/Solidaridad-Internacional" rel="tag"&gt;Solidaridad Internacional&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://estrategiainternacional.org/Chile-102" rel="tag"&gt;Chile&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://estrategiainternacional.org/Honduras" rel="tag"&gt;Honduras&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Desde ayer lunes 21 de septiembre, se declar&#243; un toque de queda en Honduras, de 26 horas, como respuesta al apoyo de miles de personas que se manifestaron frente a la embajada de Brasil en Tegucigalpa, donde se encuentra Manuel Zelaya.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A las 5 de la ma&#241;ana fueron brutalmente reprimidos por cientos de polic&#237;as y militares frente a la embajada. Ya van cientos de detenidos de todo el pa&#237;s, los que han sido llevados a un estadio deportivo, como paso en el 73 en chile con las fuerzas armadas lideradas por Pinochet. No por nada a Micheletti lo apodan &#034;Pinocheletti&#034;. Tambi&#233;n hay decenas de heridos y Radio Globo habla de varios muertos. Tambi&#233;n allanamientos de domicilios de dirigentes del Frente Nacional de Resistencia contra el golpe de estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoy martes 22 de septiembre los militantes de Clase contra Clase, junto a militantes de Las Armas de la Cr&#237;tica y Pan y Rosas-Teresa Flores, manifestamos todo nuestro repudio contra el toque de queda frente a la embajada de Honduras. Rechazamos tambi&#233;n las elecciones del golpismo, y las negociaciones con aqu&#233;l, que impulsa el imperialismo. Alrededor de 50 compa&#241;eros, marchamos con un lienzo con las consignas &#034;Abajo el golpe en Honduras&#034;, &#034;Fuera Imperialismo de Latinoam&#233;rica y Colombia&#034;, &#034;Por la movilizaci&#243;n internacional de los trabajadores&#034; y gritamos con fuerzas: &#034;En Honduras, patrones y curas, son los que sostienen esa dictadura&#034;, &#034;Si se puede, si se puede, con huelgas y piquetes los golpistas retroceden&#034;. Los compa&#241;eros Juan Valenzuela, de Clase contra Clase, B&#225;rbara Brito, de Las Armas de la Cr&#237;tica y Javiera, de Pan y Rosas Teresa Flores, tomaron la palabra para seguir llamando a las organizaciones de izquierda, a la CUT, a las federaciones y centros de estudiantes, a movilizarse para derrocar el golpe en honduras, y para reivindicar la resistencia del pueblo hondure&#241;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#161;Ahora mas que nunca hay que redoblar el apoyo a los trabajadores y el pueblo hondure&#241;o para seguir resistiendo!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Llamando con todas nuestras fuerzas desde a una movilizaci&#243;n antigolpista y contra el imperialismo en toda America Latina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;22 de septiembre.&lt;/p&gt;
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		<title>A 36 anos do golpe militar antioper&#225;rio no Chile</title>
		<link>https://estrategiainternacional.org/A-36-anos-do-golpe-militar-antioperario-no-Chile</link>
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		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Chile</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;No domingo 13 de setembro, aproximadamente 4000 pessoas se congregaram na Alameda&#8211;principal avenida do centro de Santiago&#8211;para marchar em dire&#231;&#227;o ao Cemit&#233;rio Geral, em mem&#243;ria aos presos desaparecidos e aos executados pol&#237;ticos da ditadura pinochetista.&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;No domingo 13 de setembro, aproximadamente 4000 pessoas se congregaram na Alameda&#8211;principal avenida do centro de Santiago&#8211;para marchar em dire&#231;&#227;o ao Cemit&#233;rio Geral, em mem&#243;ria aos presos desaparecidos e aos executados pol&#237;ticos da ditadura pinochetista. O ato foi composto principalmente por organiza&#231;&#245;es de esquerda e organismos de direito humanos.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em compara&#231;&#227;o com os anos anteriores, a convocat&#243;ria e a presen&#231;a foram menores: o clima repressivo que o governo &#8220;socialista&#8221; de Bechelet e a direita vem instaurando, certamente contribuiu para isto. Durante as ultimas semanas os estudantes universit&#225;rios vem enfrentando o fechamento destas e violentas irrup&#231;&#245;es policiais; enquanto que o povo mapuche&#8211;que luta pela recupera&#231;&#227;o de suas terras e territ&#243;rios&#8212;, &#233; permanentemente criminalizado atrav&#233;s dos meios de comunica&#231;&#227;o, tudo isto ap&#243;s o assassinato&#8212; por parte de um policial&#8211;do lutador mapuche Jaime Mendoza Coll&#237;o, o quarto morto por motivos pol&#237;ticos sob o governo &#8220;progressista&#8221; de Michelle Bachelet. Alguns dirigentes sindicais, acusado de participar de &#8220;atentados&#8221; est&#227;o sofrento com a constante invas&#227;o policial de suas casas. E na prepara&#231;&#227;o de futuras repress&#245;es, o governo e a direita acabam de aprovar uma lei contra as manifesta&#231;&#245;es publicas, que sancionar&#225; com encarceramento e multas aqueles que as convocarem, em caso de destrui&#231;&#227;o de bens. A direita, seguindo sua tradi&#231;&#227;o pinochetista, pressiona para fortalecer a repress&#227;o. Para o passado dia 11 (anivers&#225;rio do golpe militar de 1973), colocaram que o &#8220;toque de recolher&#8221; deveria ser implementado, para segundo eles, prevenir o &#8220;vandalismo&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, o governo decidiu n&#227;o se &#8220;exceder&#8221; com a repress&#227;o. Sem sombra de duvida as elei&#231;&#245;es presidenciais e parlamentares que aconteceram em dezembro incidiram nesta decis&#227;o. Em primeiro lugar porque aparecer como um governo repressor, poderia acarretar em problemas eleitorais para o candidato presidencial, o democrata crist&#227;o, Eduardo Frei. Em Segundo lugar, porque n&#227;o podemos perder de vista que a Concertaci&#243;n&#8211;o conglomerado oficialista, composto pelo OS, a DC, o PPD e o PRSD&#8211;atravessa um processo de desgaste, o que os levou a pactuar com o Partido Comunista para soltar a lista de parlamentares em comum, em troca de que este vote em seu candidato presidencial no segundo turno, como todos prev&#234;em que haver&#225;. O Partido Comunista, como em todos os anos, esteve presente na marcha. Iriam gerar indigna&#231;&#227;o de seus aliados? Foi por isso que diferentemente dos anos anteriores, o PC conseguiu organizar, fora do Cemit&#233;rio Geral, na avenida La Paz, o ato oficial. Este ato sempre ficava relegado a u pequeno espa&#231;o dentro do cemit&#233;rio. A policia concentrou a repress&#227;o em cima de algumas pequenas organiza&#231;&#245;es e sob os jovens. Desta forma, foram 17 detidos e a policia metropolitana pode propagandear que este ano n&#227;o foi t&#227;o violenta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O recha&#231;o ao golpe em Honduras&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma quest&#227;o que esteve ausenta da jornada, foi o repudio ao golpe de estado em Honduras. O imperialismo americano, em decad&#234;ncia, precisa de governos servis na America Latina, e por isso, legitimou os golpistas hondurenhos impulsionando o pacto de San Jos&#233;, que&#8211;al&#233;m de reconhecer aos golpistas como um &#8220;interlocutor v&#225;lido&#8221;&#8211;se bem que fala do retorno de Zelaya, assegura que n&#227;o se realizar&#225; a Assembl&#233;ia Constituinte que era repudiada pelos setores mais pr&#243; clives a &#233;gide imperialista, e tamb&#233;m a impunidade dos golpistas atrav&#233;s da anistia.A repress&#227;o dos militares j&#225; deixa centenas de mortos, e as mulheres em luta est&#227;o sofrendo estupros e humilha&#231;&#245;es de todos os tipos. O povo hondurenho, no entanto, continua sua resist&#234;ncia. Este processo e a instala&#231;&#227;o das tropas ianques em sete bases colombianas, nos lembram que o imperialismo, para defender seus interesses, n&#227;o trepidar&#225; na hora de aplicar m&#233;todos violentos para defender seus interesses. Tal como o fez no Chile h&#225; 36 anos, atrav&#233;s da m&#227;o da patronal nacional, sua policia e suas for&#231;as armadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Classe contra Classe, assim como o conjunto de organiza&#231;&#245;es que integram a Fra&#231;&#227;o Trotskista- Quarta Internacional, vem realizando uma forte campanha de recha&#231;o ao golpe em Honduras. Nesta marcha, ap&#243;s 36 anos do golpe no Chile, n&#227;o pod&#237;amos silenciar esta sa&#237;da reacion&#225;ria da patronal. Nossos gritos internacionalistas fizeram-se sentir fortemente no trajeto de tr&#234;s horas da Alameda ao Cemit&#233;rio Geral. Junto &#225;s companheiras da agrupa&#231;&#227;o Pan y Rosas&#8211;Teresa Flores e aos companheiros da corrente estudantil Las Armas de La Cr&#237;tica, enrouquecemos nossas gargantas com as seguintes consignas: &#8220;Em Honduras, patr&#245;es e padres, s&#227;o os que mant&#234;m esta ditadura&#8221;, &#8220;sim podemos, sim podemos, com greves e piquetes os golpistas retrocedem&#8221;. No final do ato, em mem&#243;ria aos detidos desaparecidos, em um pequeno ato, manifestamos nosso mais profundo recha&#231;o ao golpe e &#225;s elei&#231;&#245;es dos golpistas, e chamamos &#227; CUT&#8211;principal multi-sindical chilena- a impulsionar fortes mobiliza&#231;&#245;es em solidariedade ao povo hondurenho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Juzti&#231;a e castigo aos repressores de ontem e de hoje&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recentemente tornou-se publico que o ex&#233;rcito mantinha contratados a &#8220;honar&#225;rios&#8221; membros da DINA, um dos organismos de intelig&#234;ncia da ditadura. O governo bacheletista colocou que se deveria atuar sob o principio de &#8220;presun&#231;&#227;o de inoc&#234;ncia&#8221; e dessa forma, justificou que estes repressores mantenham-se dentro da maquinaria do ex&#233;rcito. A direita apoiou o governo. Ap&#243;s o repudio que a decis&#227;o gerou, no interior das pr&#243;prias fileiras do ex&#233;rcito, o governo viu-se obrigado a pressionar o ex&#233;rcito para que os repressores sejam despedidos de seus trabalhos... No entanto, continuaram nas ruas, e com bons sal&#225;rios! Pior ainda, o debate que a Igreja abriu, de indultar alguns destes genocidas que foram presos, matem-se aberto. Tudo isto &#233; apresentado como avan&#231;os em dire&#231;&#227;o a uma &#8220;concilia&#231;&#227;o nacional&#8221;. Os governos concertacionistas, se bem prenderam alguns casos &#8220;emblem&#225;ticos&#8221;, mantem a impunidade da maioria dos agentes da ditadura. O pr&#243;prio Pinochet morreu na total impunidade. A pose &#8220;allendista&#8221; que Bachelet fez no dia 11 de setembro, citando palavras do presidente da UP, n&#227;o tampam o fato de que ele mant&#234;m&#8211;das mesma forma que seus antecessores&#8211;livres a maioria dos milicos genocidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#201; por isso que Classe contra Classe, junto a outras organiza&#231;&#245;es e assistentes &#227; marcha, gritou com for&#231;as: &#8220;N&#227;o esquecemos, tampouco perdoamos, e ainda que tenha morrido, n&#227;o nos reconciliamos&#8221;. No ato que realizamos no final da marcha, chamamos &#224; luta pela mais ampla mobiliza&#231;&#227;o at&#233; prender e castigar os repressores de ontem e de hoje. Esta briga &#233; parte da luta pelo fim de toda a obra pinochetista, com a privatiza&#231;&#227;o dos recursos naturais e dos servi&#231;os b&#225;sicos; com a proibi&#231;&#227;o dos dirigentes sindicais para se candidatar para cargos parlamentares, com o anti-democr&#225;tico sistema bi-nomal. Como organiza&#231;&#227;o n&#227;o deixamos de nos pronunciar em rela&#231;&#227;o a estas quest&#245;es. Chamamos tamb&#233;m para que se impulsione uma forte campanha contra a repress&#227;o. Uma pol&#237;tica oper&#225;ria independente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cada 11 de setembro, transversalmente, os pol&#237;ticos da patronal fazem um chamado para &#8220;que os erros do passado n&#227;o se repitam&#8221; e que se &#8220;evite a polariza&#231;&#227;o pol&#237;tica&#8221; que segundo eles foi o que acarretou no golpe. Em base nisso colocam a necessidade da &#8220;reconcilia&#231;&#227;o nacional&#8221;. Tudo isso enquanto mant&#234;m na mis&#233;ria milh&#245;es de trabalhadores, como est&#227;o fazendo agora com sua crise, com demiss&#245;es e o aumento dos n&#237;veis de explora&#231;&#227;o em cada lugar de trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A heran&#231;a pinochetista vive na realidade di&#225;ria. Nosso chamado &#233; em dire&#231;&#227;o a recupera&#231;&#227;o da tradi&#231;&#227;o dos cord&#245;es industriais, que em 1972, surgiram questionando a propriedade o poder dos capitalistas, demonstrando que a classe oper&#225;ria pode oferecer aos oprimidos uma sociedade libertada da opress&#227;o e da mis&#233;ria. Para esta luta, &#233; necess&#225;rio levantar um partido dos trabalhadores que lute por uma estrat&#233;gia independente de toda e qualquer variante patronal, n&#227;o depositando nenhuma confian&#231;a nos pol&#237;ticos patronais, ainda que pare&#231;am progressistas, como o PC como democratismo de Frei.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>A 36 a&#241;os del golpe militar antiobrero en Chile</title>
		<link>https://estrategiainternacional.org/A-36-anos-del-golpe-militar-antiobrero-en-Chile</link>
		<guid isPermaLink="true">https://estrategiainternacional.org/A-36-anos-del-golpe-militar-antiobrero-en-Chile</guid>
		<dc:date>2009-09-19T15:19:41Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Clase contra Clase (Chile)</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Chile</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;El domingo 13 de septiembre, alrededor de 4.000 personas se congregaron en la Alameda &#8211;la principal avenida del centro de Santiago- para marchar hacia el Cementerio General, en memoria de los detenidos desaparecidos y los ejecutados pol&#237;ticos de la dictadura pinochetista.&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;El domingo 13 de septiembre, alrededor de 4.000 personas se congregaron en la Alameda &#8211;la principal avenida del centro de Santiago- para marchar hacia el Cementerio General, en memoria de los detenidos desaparecidos y los ejecutados pol&#237;ticos de la dictadura pinochetista. La presencia fue, ante todo, de organizaciones pol&#237;ticas de izquierda y de organismos de derechos humanos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En comparaci&#243;n con a&#241;os anteriores, la convocatoria fue menor: el clima represivo que vienen instalando el gobierno &#8220;socialista&#8221; de Bachelet y la derecha contribuy&#243; a esa disminuci&#243;n. Durante las &#250;ltimas semanas los estudiantes universitarios vienen soportando el cierre de las universidades y violentas irrupciones de la polic&#237;a; y el pueblo mapuche &#8211;que lucha por la recuperaci&#243;n de sus tierras y territorios&#8211;, es permanentemente criminalizado a trav&#233;s de los medios, todo esto luego del asesinato por la espalda &#8211;a manos de un polic&#237;a- del luchador mapuche Jaime Mendoza Coll&#237;o, el cuarto muerto por motivos pol&#237;ticos bajo el gobierno &#8220;progresista&#8221; de Michelle Bachelet. Algunos dirigentes sindicales, acusados de participar en &#8220;atentados&#8221; est&#225;n sufriendo allanamientos a sus casas. Y preparando represiones futuras, el gobierno y la derecha acaban de aprobar una ley contra las manifestaciones p&#250;blicas, que sancionar&#225; con c&#225;rcel y multas a quienes las convoquen, en caso de que haya destrozos. La derecha, haci&#233;ndole honor a su tradici&#243;n pinochetista, presiona para fortalecer la represi&#243;n. Para este 11, plantearon que hab&#237;a que implementar el &#8220;toque de queda&#8221;, seg&#250;n ellos, para prevenir el &#8220;vandalismo&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sin embargo, para la marcha del 13, el gobierno procur&#243; no &#8220;excederse&#8221; con la represi&#243;n. Las elecciones presidenciales y parlamentarias que ser&#225;n en diciembre, sin duda, incidieron en esta decisi&#243;n. Primero, porque aparecer como un gobierno represor, podr&#237;a acarrearle costos electorales a su candidato presidencial, el democratacristiano Eduardo Frei. Segundo, porque no hay que perder de vista que la Concertaci&#243;n &#8211;el conglomerado oficialista, compuesto por el PS, la DC, el PPD y el PRSD- atraviesa un proceso de desgaste, lo que la ha conducido a pactar con el Partido Comunista listas parlamentarias comunes, a cambio de que &#233;ste vote por su candidato presidencial en la segunda vuelta que todos los sectores vislumbran como probable. El Partido Comunista, como cada a&#241;o, estuvo presente en la marcha. &#191;Iban a generar la indignaci&#243;n de su aliado? Por ello, a diferencia de a&#241;os anteriores, el PC pudo organizar, en las afueras del Cementerio General, en avenida La Paz, el acto oficial. Siempre este acto quedaba relegado a un peque&#241;o espacio dentro del cementerio. La polic&#237;a concentr&#243; la represi&#243;n sobre algunas organizaciones de menor tama&#241;o y sobre los j&#243;venes. As&#237;, el saldo de detenidos lleg&#243; a las 17 personas, y la Intendencia metropolitana, sacando cuentas alegres de la jornada, se&#241;al&#243; que esta vez la &#8220;violencia hab&#237;a sido menor&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;El rechazo al golpe en Honduras&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Una cuesti&#243;n que estuvo ausente de la jornada, fue el repudio al golpe de estado en Honduras. El imperialismo norteamericano, en decadencia, necesita de gobiernos serviles en Latinoam&#233;rica, y por ello, ha legitimado a los golpistas hondure&#241;os impulsando el pacto de San Jos&#233;, el que &#8211;adem&#225;s de reconocer a los golpistas como un &#8220;interlocutor v&#225;lido&#8221;- si bien plantea un retorno de Zelaya, asegura que no se realice la Asamblea Constituyente que era repudiada por los sectores m&#225;s proclives a la &#233;gida imperialista, y tambi&#233;n la impunidad de los golpistas a trav&#233;s de la amnist&#237;a. La represi&#243;n de los militares ya ha dejado decenas de muertos, y las mujeres en lucha est&#225;n padeciendo violaciones y humillaciones de todo tipo. El pueblo hondure&#241;o, sin embargo, con fuerzas, mantiene su resistencia. Este proceso, y la instalaci&#243;n de tropas yanquis en siete bases colombianas, nos recuerdan que el imperialismo, para defender sus intereses, no trepidar&#225; a la hora de aplicar m&#233;todos violentos para defender sus intereses. Tal como lo hizo en Chile hace 36 a&#241;os, de la mano de los patrones nacionales, su polic&#237;a y sus fuerzas armadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Clase contra Clase, al igual que el conjunto de organizaciones que integramos la Fracci&#243;n Trotskista - Cuarta Internacional, viene realizando una fuerte campa&#241;a de rechazo al golpe en Honduras. En esta marcha, a 36 a&#241;os del golpe en Chile, no pod&#237;amos silenciar esta salida reaccionaria de la patronal. Nuestros gritos internacionalistas se hicieron sentir con fuerzas en el trayecto de tres horas de la Alameda al Cementerio General. Junto a las compa&#241;eras de la agrupaci&#243;n de mujeres Pan y Rosas - Teresa Flores y a los compa&#241;eros de la corriente de estudiantes marxistas Las Armas de la Cr&#237;tica, enronquecimos nuestras gargantas con las consignas: &#8220;En Honduras, patrones y curas, son los que sostienen esa dictadura&#8221;; &#8220;si se puede, si se puede, con huelgas y piquetes los golpistas retroceden&#8221;. Al finalizar la marcha, en el memorial de los detenidos desaparecidos, en un peque&#241;o acto, manifestamos nuestro m&#225;s profundo rechazo al golpe y a las elecciones de los golpistas, y llamamos a la CUT &#8211;la principal multisindical en Chile- a impulsar fuertes movilizaciones en solidaridad con el pueblo hondure&#241;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Juicio y castigo a los represores de ayer y hoy&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recientemente se hizo p&#250;blico que el ej&#233;rcito manten&#237;a contratados &#8220;a honorarios&#8221; a miembros de la DINA, uno de los organismos de inteligencia de la dictadura. El gobierno bacheletista plante&#243; que hab&#237;a que actuar bajo el principio de &#8220;presunci&#243;n de inocencia&#8221; y de esa forma, justific&#243; que estos represores se mantengan trabajando en el ej&#233;rcito. La derecha apoy&#243; al gobierno. Luego del repudio que gener&#243; esta decisi&#243;n, al interior de las propias filas concertacionistas, el gobierno se vio obligado a presionar al ej&#233;rcito para que los represores sean despedidos de sus trabajos&#8230; &#161;Pero seguir&#225;n en la calle y con buenos sueldos! Y peor aun, el debate que abri&#243; la iglesia, de indultar a algunos de estos genocidas que han sido encarcelados, se mantiene abierto. Todo esto lo presentan como avances hacia una &#8220;reconciliaci&#243;n nacional&#8221;. Los gobiernos concertacionistas, si bien han encarcelado a algunos &#8220;casos emblem&#225;ticos&#8221;, han mantenido en la impunidad a la mayor&#237;a de los agentes de la dictadura. Incluso Pinochet muri&#243; en la completa impunidad. La pose &#8220;allendista&#8221; que hizo Bachelet el 11 de septiembre, citando palabras del presidente de la UP, no tapan el hecho de que ha mantenido &#8211;al igual que sus predecesores concertacionistas- libres a la mayor&#237;a de los milicos genocidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por ello, Clase contra Clase, junto a otras organizaciones y asistentes a la marcha, grit&#243; con fuerzas: &#8220;No olvidamos, tampoco perdonamos, y aunque se haya muerto, no nos reconciliamos&#8221;. En el acto que realizamos al concluir la jornada, llamamos a luchar por la m&#225;s amplia movilizaci&#243;n hasta enjuiciar y castigar con c&#225;rcel a los represores de ayer y hoy. Esta pelea es parte de la lucha por acabar con toda la obra pinochetista, con la privatizaci&#243;n de los recursos naturales y los servicios b&#225;sicos; con la prohibici&#243;n de los dirigentes sindicales para optar a cargos parlamentarios, con el antidemocr&#225;tico sistema binominal. Como organizaci&#243;n, no dejamos de pronunciarnos por estas cuestiones. Y llamamos tambi&#233;n a impulsar una fuerte campa&#241;a contra la represi&#243;n. Una pol&#237;tica obrera independiente&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cada 11 de septiembre, transversalmente, los pol&#237;ticos de la clase patronal, llaman a no repetir los &#8220;errores del pasado&#8221; y a evitar la &#8220;polarizaci&#243;n pol&#237;tica&#8221; que seg&#250;n ellos habr&#237;a acarreado el golpe. En base a eso plantean la necesidad de la &#8220;reconciliaci&#243;n nacional&#8221;. Todo esto mientras mantienen en la miseria a millones de trabajadores, como est&#225;n haciendo ahora con la crisis, con despidos y aumentando los niveles de explotaci&#243;n en cada lugar de trabajo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La herencia pinochetista vive en la realidad de cada d&#237;a. Nuestro llamado es a recuperar la tradici&#243;n de los cordones industriales, que en 1972, surgieron cuestionando la propiedad y el poder de los capitalistas, demostrando que la clase obrera puede ofrecer a los oprimidos una sociedad liberada de la opresi&#243;n y la miseria. Para esta lucha, es necesario levantar un partido de trabajadores que pelee por una estrategia independiente de toda variante patronal, no depositando ninguna confianza en los pol&#237;ticos patronales, aunque se vistan de progresistas, como hace el PC con el democratacristiano Frei.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Movilizaci&#243;n en repudio al golpe en Honduras</title>
		<link>https://estrategiainternacional.org/Movilizacion-en-repudio-al-golpe-en-Honduras,2002</link>
		<guid isPermaLink="true">https://estrategiainternacional.org/Movilizacion-en-repudio-al-golpe-en-Honduras,2002</guid>
		<dc:date>2009-06-30T16:43:49Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Clase contra Clase (Chile)</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Contra el golpe en Honduras | 2009</dc:subject>
		<dc:subject>Chile</dc:subject>
		<dc:subject>Honduras</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Hoy 29 de junio hemos convocado, junto a otras organizaciones de izquierda como la Coordinadora de Apoyo al Pueblo Cubano, entre otras, a mostrar nuestro rechazo y repudio ante la asonada golpista que sufre hoy el pueblo trabajador hondure&#241;o.&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH113/arton2002-da2d1.png?1696526389' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='113' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&#161;Abajo el golpe de Estado en Honduras!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoy 29 de junio hemos convocado, junto a otras organizaciones de izquierda como la Coordinadora de Apoyo al Pueblo Cubano, entre otras, a mostrar nuestro rechazo y repudio ante la asonada golpista que sufre hoy el pueblo trabajador hondure&#241;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos hemos hecho parte a las afueras de la embajada de Honduras en Chile a mostrar nuestro rechazo. Se pudieron escuchar gritos por parte de los compa&#241;eros de Clase Contra Clase, como: &#161;Fuera los gorilas, abajo los golpistas&#8230; por una resistencia obrero y socialista! Como tambi&#233;n: &#161;No somos neutrales, no somos pacifistas&#8230; estamos en la trinchera obrero y socialista! Para luego dar lectura de nuestra declaraci&#243;n p&#250;blica en rechazo al golpe de Estado (v&#233;ase &lt;a href=&#034;http://www.clasecontraclase.cl&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;www.clasecontraclase.cl&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Junto a los/as compa&#241;eros/as marxistas de Las Armas de la Cr&#237;tica y las compa&#241;eras de la agrupaci&#243;n Pan y Rosas &#8211; Teresa Flores. Junto a un centenar de personas mostramos nuestro repudio total ante el golpe de Estado llevado adelante por la derecha y burgues&#237;a hondure&#241;a. Para luego marchar hacia la Avenida Apoquindo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As&#237; es como mostramos nuestro apoyo internacional para con &#233;sta lucha, haci&#233;ndonos parte de la convocatoria de ma&#241;ana martes 30 de junio a las 18 horas en Plaza Italia para repudiar nuevamente &#233;ste golpe y dar nuestra solidaridad y apoyo a los trabajadores y el pueblo hondure&#241;o para que eche abajo &#233;ste gobierno golpista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Clase Contra Clase&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Las Armas de La Cr&#237;tica&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Pan y Rosas &#8211; Teresa Flores&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Al salvataje de los negocios de sus jefes los patrones y el imperialismo</title>
		<link>https://estrategiainternacional.org/Al-salvataje-de-los-negocios-de-sus-jefes-los-patrones-y-el-imperialismo</link>
		<guid isPermaLink="true">https://estrategiainternacional.org/Al-salvataje-de-los-negocios-de-sus-jefes-los-patrones-y-el-imperialismo</guid>
		<dc:date>2009-03-28T20:10:24Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Clase contra Clase (Chile)</dc:creator>


		<dc:subject>Declaraci&#243;n</dc:subject>
		<dc:subject>Crisis capitalista mundial</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Declaraci&#243;n de Clase contra Clase, secci&#243;n chilena de la Fracci&#243;n Trotskista - Cuarta Internacional, ante la Cumbre de L&#237;deres Progresistas en Vi&#241;a del Mar.&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH87/arton1777-4c520.jpg?1696526389' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='87' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;La sexta &#8220;cumbre de l&#237;deres progresistas&#8221; ha comenzado. Joseph Biden, vicepresidente de Estados Unidos; Gordon Brown, primer ministro brit&#225;nico; Zapatero, presidente del Gobierno Espa&#241;ol; Jens Stenberg, primer ministro noruego; Tabar&#233; V&#225;zquez; Cristina Fern&#225;ndez; Lula y Michelle Bachelet; presidentes de Uruguay, Argentina, Brasil y Chile respectivamente; se han dado cita junto a intelectuales y dirigentes pol&#237;ticos de todo el mundo (como el actual candidato presidencial de la DC, Eduardo Frei), para proponer una &#8220;respuesta progresista a la crisis global&#8221;. Esta intenci&#243;n ha sido declarada en el seminario organizado por el &#8220;Instituto Igualdad&#8221;, dirigido por el senador del Partido Socialista, Ricardo N&#250;&#241;ez y por el &#8220;think tank&#8221; brit&#225;nico Policy Network de Lord Giles Radice; que hace de pre&#225;mbulo para la cumbre del s&#225;bado 28, en la ciudad de Vi&#241;a del Mar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;La Naci&#243;n&lt;/i&gt;, peri&#243;dico adepto a la administraci&#243;n bacheletista, explica los objetivos de esta cumbre: &#8220;&lt;i&gt;Promover un Estado con mejor capacidad de regulaci&#243;n, reorganizar y replantear prioridades y membres&#237;as del Fondo Monetario Internacional y el Banco Mundial, fortalecer las pol&#237;ticas p&#250;blicas ligadas a la protecci&#243;n social, instalar la necesidad de mejorar las normas medioambientales a escalas nacional y mundial, proteger los empleos y el salario, mejorar la redistribuci&#243;n y avanzar hacia un real 'desarrollo sustentable'&lt;/i&gt;&#8221; (27 de marzo). Estos objetivos se proponen a partir de un diagn&#243;stico compartido: el &#8220;fracaso del neoliberalismo&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los militantes de &lt;i&gt;Clase contra Clase&lt;/i&gt;, secci&#243;n chilena de la &lt;i&gt;Fracci&#243;n Trotskista &#8211; Cuarta Internacional&lt;/i&gt;, repudiamos en&#233;rgicamente esta reuni&#243;n del progresismo imperialista y patronal. No hay que olvidar como actuaron y act&#250;an estos se&#241;ores en sus pa&#237;ses y a nivel internacional. No han sido s&#243;lo los partidos &#8220;neoliberales&#8221; y &#8220;conservadores&#8221; de derecha los encargados de implementar la ofensiva neoliberal, sino tambi&#233;n el &#8220;progresismo&#8221; patronal en diversas partes del mundo. Por estos d&#237;as, todos estos gobiernos, partiendo por el de Obama, implementan medidas estatales para salvar las ganancias de los capitalistas, mientras millones de trabajadores son arrojados a la cesant&#237;a y a la miseria. Un ejemplo de esto es el &#8220;Plan Geithner&#8221; en Estados Unidos, que el gobierno intenta hacer pasar como un &#8220;plan de inversi&#243;n p&#250;blico-privado&#8221;, inyectando 787.000 millones de d&#243;lares de los contribuyentes para los bancos, que ser&#225;n los que administren los recursos. Son cientos de miles de millones de d&#243;lares que estos gobernantes vienen inyectando para salvar los negocios de las empresas y los bancos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los neoliberales conservadores, as&#237; como los progresistas neoliberales, representan dos m&#233;todos distintos, dos caminos diferentes, para servir a sus jefes: la clase patronal y el imperialismo. El camino del progresismo neoliberal se diferencia del neoliberal conservador, principalmente, en que cubre su pu&#241;o de hierro con guantes de seda; en que cubren las privatizaciones y despidos, los salarios de hambre y los ataques antiobreros, las guerras contra los pa&#237;ses dependientes y semicoloniales y la represi&#243;n a los que luchan, con algo (no mucho) de &#8220;regulaci&#243;n estatal&#8221; o de &#8220;protecci&#243;n social&#8221;; con el fin de presentarse como falsos amigos del pueblo y as&#237; llevar detr&#225;s de s&#237; las luchas y demandas de la clase trabajadora y todos los explotados y oprimidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ante esta falsa disyuntiva, desde &lt;i&gt;Clase contra Clase&lt;/i&gt; planteamos la necesidad de luchar por una alternativa de clase independiente de toda variante patronal, una alternativa obrera y socialista, es decir trotskista. Es necesario organizarnos para luchar por una salida obrera a la crisis, que entre otras medidas luche por la prohibici&#243;n por ley de los despidos, por el reparto de las horas de trabajo sin rebaja de sueldo, por la nacionalizaci&#243;n de la banca bajo administraci&#243;n obrera y por la estatizaci&#243;n sin indemnizaci&#243;n de toda empresa que quiebre o cierre, bajo control de los trabajadores. Para luchar por estas y otras pol&#237;ticas, peleamos por construir un partido de trabajadores revolucionario, y por reconstruir la IV Internacional, como partido mundial de la revoluci&#243;n socialista de los trabajadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Clase contra Clase, 27 de marzo de 2009&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Nace la agrupaci&#243;n &#034;Pan y Rosas-Teresa Flores&#034; </title>
		<link>https://estrategiainternacional.org/Nace-la-agrupacion-Pan-y-Rosas-Teresa-Flores</link>
		<guid isPermaLink="true">https://estrategiainternacional.org/Nace-la-agrupacion-Pan-y-Rosas-Teresa-Flores</guid>
		<dc:date>2009-03-09T16:54:01Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Clase contra Clase (Chile)</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Mujer</dc:subject>
		<dc:subject>Chile</dc:subject>

		<description>
&lt;p&gt;Las compa&#241;eras de Pan y Rosas &#8211; Teresa Flores junto a Clase contra Clase, nos hicimos presentes este domingo 8 de marzo, d&#237;a de la mujer trabajadora, con una columna vistosa, con mucha energ&#237;a y levantando la pol&#237;tica de enfrentar la crisis que vienen descargando los patrones sobre las trabajadoras y trabajadores. Con m&#225;s de 100 compa&#241;eras y compa&#241;eros, entre cantos y gritos, nos presentamos por primera vez un 8 de marzo, dando cuenta de la realidad de las mujeres trabajadoras y levantando (&#8230;)&lt;/p&gt;


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		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Las compa&#241;eras de Pan y Rosas &#8211; Teresa Flores junto a Clase contra Clase, nos hicimos presentes este domingo 8 de marzo, d&#237;a de la mujer trabajadora, con una columna vistosa, con mucha energ&#237;a y levantando la pol&#237;tica de enfrentar la crisis que vienen descargando los patrones sobre las trabajadoras y trabajadores. Con m&#225;s de 100 compa&#241;eras y compa&#241;eros, entre cantos y gritos, nos presentamos por primera vez un 8 de marzo, dando cuenta de la realidad de las mujeres trabajadoras y levantando un plan de lucha por el paro nacional contra los despidos y la precariedad laboral, que la crisis la paguen los patrones grandes, medianos y chicos, por la organizaci&#243;n de las mujeres trabajadoras en comit&#233;s de mujeres, para dar una respuesta contundente ante la realidad y comenzar a luchar por todas nuestras demandas.&lt;br class='autobr' /&gt;
Que vengamos levantando una agrupaci&#243;n de mujeres como Pan y Rosas &#8211; Teresa Flores es una gran conquista para Clase contra Clase, y como agrupaci&#243;n internacional junto a los compa&#241;eros del PTS y Pan y Rosas de Argentina, un gran paso en ir forjando la agrupaci&#243;n de las mujeres para luchar por nuestros derechos independiente de la patronal, los partidos patronales y el gobierno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class='spip_document_809 spip_documents spip_documents_center'&gt;
&lt;img src='https://estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L420xH268/pyr_Chile-89bac.jpg?1692705501' width='420' height='268' alt=&#034;&#034; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El discurso y la respuesta de Bachelet ante nuestros problemas viene siendo el subsidio a los empresarios para no perder un peso con la crisis que ellos mismos provocaron y ganar adem&#225;s con nuestra contrataci&#243;n precaria un subsidio estatal, donde los que perdemos somos las trabajadoras y trabajadores. La cesant&#237;a viene siendo una realidad, con m&#225;s de 200.000 despidos y ante esto decimos que la diferencia entre las mujeres se acrecienta y es necesario m&#225;s que nunca ponemos en pie de lucha para enfrentar los despidos, la precariedad y el alza del costo de la vida a las que las mujeres trabajadoras y pobres tenemos que dar respuesta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;En el acto convocado por la Central Unitaria de Trabajadores (CUT), dirigida por partidos como el PS y el PC, se nos neg&#243; el derecho a tener un lugar para hablar en el escenario, y la Coordinadora del 8 de Marzo, integrada por organizaciones de mujeres nos lo impidieron aludiendo a la organizaci&#243;n del acto. Creemos que se corresponde con la confianza que vienen teniendo en el gobierno de la Concertaci&#243;n y dejar pasar de conjunto estas direcciones los despidos y atauqes patronales, y que se refleja en convocar junto a las mujeres de partidos patronales como del Partido Socialista y la Democracia Cristiana. Ante esto denunciamos el hecho y decimos que desde Pan y Rosas decimos que damos el inicio a nuestra actuaci&#243;n y lucha, que seguir&#225; siendo por los derechos de las mujeres trabajadoras y nuestra liberaci&#243;n, dando una lucha clasista, anticapitalista y revolucionaria independiente de la patronal y el gobierno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Agrupaci&#243;n de mujeres Pan y Rosas - Teresa Flores&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Clase contra Clase + independientes)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="es">
		<title>Ante los sucesos bolivianos y la reuni&#243;n de UNASUR</title>
		<link>https://estrategiainternacional.org/Ante-los-sucesos-bolivianos-y-la-reunion-de-UNASUR</link>
		<guid isPermaLink="true">https://estrategiainternacional.org/Ante-los-sucesos-bolivianos-y-la-reunion-de-UNASUR</guid>
		<dc:date>2008-09-15T17:11:53Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Clase contra Clase (Chile)</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Declaraci&#243;n</dc:subject>
		<dc:subject>Bolivia</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Declaraci&#243;n Internacionalista de Clase contra Clase (Chile)&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://estrategiainternacional.org/Articulos-en-castellano" rel="directory"&gt;Art&#237;culos en castellano&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://estrategiainternacional.org/Declaracion" rel="tag"&gt;Declaraci&#243;n&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://estrategiainternacional.org/Bolivia-105" rel="tag"&gt;Bolivia&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Declaraci&#243;n Internacionalista de Clase contra Clase Integrante de la Fracci&#243;n Trotskista - Cuarta Internacional&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Por la derrota de la reacci&#243;n derechista&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Movilizaci&#243;n nacional de los trabajadores y el pueblo de Bolivia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; Ninguna confianza ni en las FF.AA, ni en los gobiernos patronales de Am&#233;rica latina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; El di&#225;logo &#250;nicamente terminar&#225; en el fortalecimiento de la reacci&#243;n y al imperialismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;La heroica lucha de los trabajadores y el pueblo bolivianos...&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los trabajadores, campesinos, ind&#237;genas y el pueblo pobre bolivianos se movilizaron en octubre del 2003, en columnas de cientos de miles, por las principales ciudades, como La Paz, El Alto, Cochabamba, contra el saqueo imperialista y patronal de los hidrocarburos, contra el r&#233;gimen de gran propiedad de la tierra en manos del imperialismo, la burgues&#237;a y los terratenientes nacionales, y por el reconocimiento de los pueblos originarios y su derecho a la autodeterminaci&#243;n nacional. Es decir, cuestionaron en las calles el modelo neoliberal impuesto en los 90`, pero adem&#225;s la propia estructura capitalista semicolonial de Bolivia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los trabajadores organizados en la COB y otros sindicatos menores, y los campesinos e ind&#237;genas desde sus diversas organizaciones, enfrentaron en las calles al gobierno entreguista y neoliberal de S&#225;nchez de Losada, que finalmente cay&#243;, tras cobrar la vida de 50 compa&#241;eros de la COB. Fue posible derribar a ese gobierno entreguista y neoliberal, que con fusiles de la Polic&#237;a y las FF.AA reprimi&#243; y cobr&#243; vidas obreras, gracias a que los trabajadores y las masas arremetieron con la movilizaci&#243;n nacional, y el enfrentamiento f&#237;sico en las calles, sustentado por la huelga general, cortes de ruta, y embriones de autoorganizaci&#243;n y autodefensa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Los l&#237;mites de su lucha&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Pero, hasta la fecha, dichas demandas estructurales de octubre del 2003 no han sido conseguidas &#237;ntegra y efectivamente. Los heroicos trabajadores, campesinos, ind&#237;genas y pobres urbanos de Bolivia, a&#250;n siguen sin obtener la nacionalizaci&#243;n total de los hidrocarburos, la revoluci&#243;n agraria, y la autodeterminaci&#243;n nacional de los pueblos originarios, ya que el gobierno de Evo Morales, siempre buscando el di&#225;logo con la derecha, no termina de realizar &#237;ntegra y efectivamente las demandas estructurales de las masas. Es m&#225;s, hoy la situaci&#243;n se ha vuelto compleja con el creciente fortalecimiento de la derecha reaccionaria y rabiosa de los departamentos de Santa Cruz, Pando, Tarija, Chuquisaca y Beni.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;La reacci&#243;n de la derecha&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La burgues&#237;a y la oligarqu&#237;a m&#225;s reaccionaria de Bolivia, ubicada en los departamentos del oriente del pa&#237;s (Santa Cruz, Pando, Tarija, Beni y Chuquisaca), lanzaron la pasada semana, una arremetida contra el gobierno de Evo Morales, con &#8220;golpes c&#237;vicos-prefecturales&#8221; en esos departamentos utilizando como punta de lanza la derechista y fascistisante Uni&#243;n Juvenil Cruce&#241;ista (UJC), que es el grupo civil de choque de la reacci&#243;n boliviana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este paso ofensivo de la reacci&#243;n derechista se enmarca en una escalada de boicots regionales, bloqueos y provocaciones contra el gobierno de Evo Morales y las masas de la ciudad y el campo. Esta escalada, que viene fortaleci&#233;ndose desde hace meses, tiene como su principal fundamento el disgusto de los empresarios de la ciudad y el campo ante las muy escu&#225;lidas reformas del gobierno de Evo Morales como la reforma a los Impuestos Directos a los Hidrocarburos (IDH) (que no son m&#225;s que impuestos, y semi nacionalizaciones sin expropiaciones) y la Nueva Constituci&#243;n Pol&#237;tica del Estado (NCPE) que realiza peque&#241;&#237;simos avances en la reforma agraria que ya crispan a los terratenientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tan solo con esto, la reaccionaria y proimperialista burgues&#237;a y oligarqu&#237;a boliviana, especialmente en estos departamentos, ha venido reaccionando desde hace meses con la demanda de &#8220;autonom&#237;as departamentales&#8221; que pretenden conseguir una auto administraci&#243;n departamental econ&#243;mica y pol&#237;tica, lo que permitir&#237;a reducir la incidencia de las reformas de Evo Morales en sus territorios. Con la reaccionaria bandera de &#8220;autonom&#237;as departamentales&#8221; la burgues&#237;a y oligarqu&#237;a han construido un movimiento civil, en contacto con el imperialismo yanqui, que tiene como su sector m&#225;s reaccionario a la UJC, y desde hace meses viene cobrando cada vez m&#225;s fuerza como reacci&#243;n opositora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;La pol&#237;tica de &#8220;dialogo&#8221; y sus resultados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Y es que el gobierno de Evo Morales, ante cada apret&#243;n de la derecha, no ha hecho m&#225;s que entregarle concesiones que la fortalecen, al tiempo que llama a los trabajadores, campesinos y al pueblo pobre a &#8220;mantener la calma&#8221; y &#8220;respetar las v&#237;as institucionales&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Primero les concedi&#243; a la burgues&#237;a y oligarqu&#237;a que cada punto de la NCPE deb&#237;a ser votado por 2/3, en segundo lugar les concedi&#243; discutir en la Asamblea Constituyente su reaccionario programa de &#8220;autonom&#237;as departamentales&#8221;, y en tercer lugar les concedi&#243; que realizaran refer&#233;ndum por las autonom&#237;as en sus departamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Y es que la estrategia de Evo Morales y su gobierno es la de realizar una &#8220;revoluci&#243;n democr&#225;tica y cultural&#8221; que quiere decir dar concesiones a las masas en pleno acuerdo con la burgues&#237;a y la oligarqu&#237;a, en los m&#225;rgenes de la democracia para ricos. A estas alturas las medidas y el programa que ha adoptado Evo Morales han abandonado completamente las banderas de los trabajadores y el pueblo pobre levantadas en octubre del 2003. Y adem&#225;s de esto, ha venido desarmando progresivamente la capacidad de lucha y organizaci&#243;n de las masas, llam&#225;ndolas a &#8220;mantener la calma&#8221;, a &#8220;no salir a las calles para no provocar a la derecha&#8221;, cuyo resultado ha sido una derecha fortalecida por las concesiones de Morales y unas masas debilitadas por la pol&#237;tica del gobierno. El ejemplo m&#225;s visible lo hemos visto durante estos &#250;ltimos d&#237;as.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;La actual arremetida reaccionaria de la derecha, en colaboraci&#243;n con el imperialismo yanqui&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La derecha fascistisante de los &#8220;departamentos auton&#243;micos&#8221;, dirigidos por el prefecto de Santa Cruz, Rub&#233;n Costas, lanzaron &#8220;golpes c&#237;vicos-prefecturales&#8221; durante la semana pasada a partir del paro convocado por ellos en contra de la NCPE y el IDH. La vanguardia de la reacci&#243;n, la UJC, saqueo edificios p&#250;blicos, tomo radios y canales de televisi&#243;n utilizando armamento corto, largo y pesado. Diversos medios denunciaron el contacto de los &#8220;autonomistas&#8221; con el gobierno de EE.UU., siendo reconocido por Savia Cu&#233;llar (prefecta de Chuquisaca). Mientras que en Santa Cruz la asonada derechista fue resistida por el pueblo trabajador del &#8220;Plan 3000&#8221;, en el departamento de Pando, mientras decenas de campesinos marchaban hacia Cobija a expresar el apoyo al gobierno, un grupo de la UJC los atac&#243; con armas de fuego, cortas, largas y metralletas, asesinando a 14 campesinos, en una acci&#243;n fascista, ultra reaccionaria y anti popular. Luego de esto, la UJC tom&#243; el control territorial de Pando, patrullando las calles y atacando a pueblo trabajador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;La respuesta de Evo Morales, como era de esperarse, no fue otra que la de llamar una vez m&#225;s al dialogo a la derecha, &#161;a la derecha que acabada de asesinar a 14 campesinos!, junto a lo cual, decret&#243; el estado de sitio en Pando e hizo un llamado a confiar en las FF.AA., negando a las masas la posibilidad de responder a la derecha reaccionaria con la movilizaci&#243;n y el enfrentamiento en las calles. Llamando a confiar en las mismas FF.AA y en la misma polic&#237;a que en el 2003 asesinara a 50 obreros, y que tan solo hace dos semanas matara a dos trabajadores, unas FF.AA. como todas las de Am&#233;rica Latina, forjadas en base a la matanza de los trabajadores y el pueblo pobre, y en la defensa de los intereses de la burgues&#237;a nacional y por esa v&#237;a, finalmente, tambi&#233;n del imperialismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A su vez, en un claro gesto diplom&#225;tico, Evo Morales, declar&#243; persona no grata al embajador Norteamericano en Bolivia, Philip Goldberg. Hasta la fecha la reacci&#243;n derechista ha cobrado la vida de 30 civiles entre trabajadores, campesinos y pobladores. Mientras que el di&#225;logo no parece arrojar humo blanco a pesar que, tanto Costas como Coss&#237;o (prefecto de Tarija) e incluso el ultra reaccionario Branco Marinkovic, han se&#241;alado la intenci&#243;n de llegar a un acuerdo, mientras que por su parte Leopoldo Fern&#225;ndez (prefecto de Pando) se niega a toda iniciativa de di&#225;logo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;UNASUR: Pacificaci&#243;n al servicio de los empresarios, terratenientes y del imperialismo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Es en este marco que distintos gobiernos de Am&#233;rica Latina, como el gobierno de Bachelet, los llamados &#8220;progresistas&#8221; de Cristina Fern&#225;ndez de Argentina, Hugo Ch&#225;vez de Venezuela, Tabar&#233; V&#225;squez de Uruguay, Rafael Correa de Ecuador, y Lula de Brasil, Fernando Lugo de Paraguay, e incluso el proimperialista gobierno colombiano de &#193;lvaro Uribe, han decido realizar hoy en Chile, una reuni&#243;n extraordinaria de la Uni&#243;n de Naciones Sudamericanas (UNASUR), a la cual asistir&#225; el mismo Evo Morales. La reuni&#243;n tiene el objetivo de buscar una soluci&#243;n pac&#237;fica entre el gobierno de Evo Morales y los cinco prefectos autonomistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta reuni&#243;n se realiza en medio de fuertes enfrentamientos diplom&#225;ticos internacionales respecto de la actual crisis pol&#237;tica y social boliviana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al tiempo que Evo declaro persona no grata al embajador de los EE.UU. por sus contactos directos con la reacci&#243;n, Ch&#225;vez expuls&#243; al embajador del mismo pa&#237;s en Venezuela y declar&#243; que ante un eventual Golpe de Estado que intentara sacar a Evo del gobierno, &#8220;Venezuela reaccionar&#237;a con el Ej&#233;rcito&#8221;. Lula y Cristina Fern&#225;ndez tambi&#233;n declararon su apoyo al gobierno de Evo ante una situaci&#243;n de ese tipo. Mientras las FF.AA bolivianas reaccionarion cuestionando la &#8220;intromisi&#243;n de Ch&#225;vez&#8221;, EE.UU. expulso al embajador Venezolano en ese pa&#237;s e incluso Obama y McCain (los candidatos presidenciales en los EE.UU) atacaron las declaraciones y medidas de Ch&#225;vez y Morales, se&#241;alado la intenci&#243;n de &#8220;ordenar&#8221; reaccionariamente Am&#233;rica latina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los trotskistas de Clase contra Clase, secci&#243;n chilena de la FT-CI, creemos firmemente que el llamado al di&#225;logo realizado por Evo Morales a la derecha, como el llamado a confiar en las FF.AA y la Polic&#237;a bolivianas, y las medidas internacionales a las que est&#225;n recurriendo los gobiernos patronales del continente &#250;nicamente contribuyen a una estabilizaci&#243;n de la situaci&#243;n boliviana cada vez m&#225;s inclinada hacia la derecha. Ch&#225;vez acaba de mostrarnos su pragm&#225;tica pol&#237;tica internacional cuando despu&#233;s de apoyar a las FARC, ha llamado activamente a su desarme. Brasil, junto con Chile y Argentina, por medio de sus FF.AA. quieren domesticar al pueblo haitiano a la bota del saqueo imperialista, posando, &#161;falsamente!, de pacifistas ante la situaci&#243;n boliviana buscan el mismo objetivo, que los trabajadores y el pueblo pobre del campo y la ciudad bolivianos se sometan ante el dialogo y las concesiones de Evo Morales a la derecha y el imperialismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los gobiernos patronales reunidos en la UNASUR este d&#237;a lunes 15 de septiembre de 2008, persiguen el principal objetivo de desviar definitivamente, a un callej&#243;n sin salida, a los trabajadores y el pueblo. Porque, como vemos en Hait&#237; y en la pol&#237;tica internacional traicionera de Ch&#225;vez, m&#225;s que la &#8220;paz&#8221;, les interesa preservar la domesticaci&#243;n de la clase trabajadora y el pueblo. Este es el contenido muy claro, de la UNASUR, al que contribuye directamente la pol&#237;tica conciliadora del gobierno de Evo Morales.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los trotskistas de Clase contra Clase, creemos que los trabajadores y el pueblo bolivianos deben confiar &#250;nicamente en sus propias fuerzas y en la solidaridad internacional de sus hermanos y hermanas de clase, y no en la estrategia de colaboraci&#243;n de clases del gobierno de Evo Morales, no en la Polic&#237;a y las FF.AA. bolivianas asesinas de obreros, ni en la mediaci&#243;n de gobiernos que asesinan al pueblo haitiano y se ubican del lado del imperialismo contra la izquierda. En conjunto con nuestros compa&#241;eros de la Liga Obrera Revolucionaria - Cuarta Internacional en Bolivia, le decimos: &#161;Es posible derrotar a la derecha &#8220;autonomista&#8221; con la movilizaci&#243;n y la autodefensa de masas!. La solidaridad internacional de todos los trabajadores y pueblos del mundo, hoy es urgente y es la &#250;nica que puede fortalecer a los trabajadores y al pueblo bolivianos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &#161;Por la derrota de la reacci&#243;n derechista!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &#161;Viva la leg&#237;tima autodefensa del pueblo trabajador de Santa Cruz contra la reacci&#243;n!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &#161;Por un gran frente &#250;nico de masas contra la reacci&#243;n, independiente de la pol&#237;tica del gobierno!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &#161;Movilizaci&#243;n y autodefensa de masas autoorganizada desde la clase trabajadora, los campesinos y el pueblo pobre!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &#161;Por la nacionalizaci&#243;n sin indemnizaci&#243;n y bajo control obrero de los hidrocarburos!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &#161;Por la expropiaci&#243;n de la tierra a los terratenientes!!! la tierra para el que la trabaja!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &#161;Ninguna confianza en la colaboraci&#243;n de clases, FFAA, ni en gobiernos patronales de Am&#233;rica Latina!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&#034;spip-puce ltr&#034;&gt;&lt;b&gt;&#8211;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &#161;Fuera el imperialismo de Am&#233;rica Latina!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lunes 15 de septiembre 2008&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Clase contra Clase (Chile)&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>Mobiliza&#231;&#227;o de estudantes e professores</title>
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		<dc:date>2008-06-16T13:41:44Z</dc:date>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Clase contra Clase (Chile)</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Chile</dc:subject>

		<description>
&lt;p&gt;Nos &#250;ltimos dias, e frente a iminente vota&#231;&#227;o da Lei Geral de Educa&#231;&#227;o (LGE), foram realizadas ocupa&#231;&#245;es e mobiliza&#231;&#245;es em diferentes escolas secundaristas e em algumas faculdades. O governo de Michelle Bachelet respondeu com dispers&#227;o e repress&#227;o, ao mesmo tempo em que chama a &#8220;respeitar os acordos&#8221;. Diversas escolas foram re-ocupadas e se levou adiante uma mobiliza&#231;&#227;o conjunta dos estudantes e dos professores. &lt;br class='autobr' /&gt;
Na quarta-feira 04 de junho mais de 8.000 estudantes secundaristas, (&#8230;)&lt;/p&gt;


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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH104/arton1317-cccaf.jpg?1696526389' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='104' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Nos &#250;ltimos dias, e frente a iminente vota&#231;&#227;o da Lei Geral de Educa&#231;&#227;o (LGE), foram realizadas ocupa&#231;&#245;es e mobiliza&#231;&#245;es em diferentes escolas secundaristas e em algumas faculdades. O governo de Michelle Bachelet respondeu com dispers&#227;o e repress&#227;o, ao mesmo tempo em que chama a &#8220;respeitar os acordos&#8221;. Diversas escolas foram re-ocupadas e se levou adiante uma mobiliza&#231;&#227;o conjunta dos estudantes e dos professores.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na quarta-feira 04 de junho mais de 8.000 estudantes secundaristas, universit&#225;rios e professores, se mobilizaram pelas ruas do centro da capital do Chile, Santiago, e em distintas cidades do pa&#237;s se realizaram paralisa&#231;&#245;es que responderam ao chamado do Gr&#234;mio de Profesores. Segundo o governo a paralisa&#231;&#227;o foi de 75% em n&#237;vel nacional, visto que para professores, secundaristas e universit&#225;rios foi de 95%. De fato se tratou de uma mobiliza&#231;&#227;o em que se convergiram trabalhadores da educa&#231;&#227;o e estudantes com uma importante convocat&#243;ria a n&#237;vel nacional. Trata-se do ponto mais alto do processo de luta estudantil que come&#231;ou h&#225; mais de um m&#234;s contra a paup&#233;rrima infra-estrutura dos estabelecimentos educacionais, os aumentos nas tarifas e que tem como pano de fundo, o recha&#231;o ao LGE que legitima o lucro e a privatiza&#231;&#227;o da educa&#231;&#227;o. Apesar da forte chuva, os manifestantes fizeram escutar forte seus gritos contra a LGE e contra o lucro na educa&#231;&#227;o. Por&#233;m, a dire&#231;&#227;o do Gr&#234;mio de Profesores (nas m&#227;os do Partido Comunista), se apressou em colocar que era um passo adiante ter tirado a &#8220;extrema urg&#234;ncia&#8221; (mecanismo presidencial para ter uma vota&#231;&#227;o r&#225;pida) na discuss&#227;o sobre a LGE. Este momento d&#225; conta das fortalezas e limites que tem no atual momento o movimento estudantil, porque por um lado questiona-se o lucro, mas por outro prima a confian&#231;a de que com maior discuss&#227;o no interior do Parlamento ser&#225; poss&#237;vel melhorar a Lei, sem ver que esse &#233; o mesmo caminho que desviou a luta em 2006. O movimento estudantil pareceria querer retornar &#227; cena ap&#243;s um ano de passividade imposto pelo desvio que Comiss&#227;o Assessora presidencial, inst&#226;ncia propiciada pelo governo da Concertaci&#243;n e a direita para p&#244;r em panos frios as mobiliza&#231;&#245;es, composta por mais de 70% de empres&#225;rios da educa&#231;&#227;o e pol&#237;ticos a seu servi&#231;o, que defenderam a heran&#231;a de Pinochet - o LOCE-, quer dizer, os pilares da educa&#231;&#227;o do mercado, alinhando atr&#225;s de si as principais dire&#231;&#245;es dos estudantes secundaristas (Juventudes Comunistas, Crear, etc.) que chamaram para integrar esta comiss&#227;o. Hoje muitos estudantes est&#227;o tirando suas conclus&#245;es, e se d&#227;o conta que o problema n&#227;o foi resolvido, por isto se come&#231;am a desenrolar novamente as bandeiras da luta que dizem &#8220;N&#227;o ao lucro na educa&#231;&#227;o&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O marco pol&#237;tico da promulga&#231;&#227;o da LGE vem propondo que as lutas locais passem a ser gerais sob o lema &#8220;N&#227;o ao LGE, n&#227;o ao lucro na educa&#231;&#227;o&#8221;, mas isto n&#227;o termina de cristalizar em n&#237;vel nacional, embora talvez o fato de que entre os pr&#243;prios pol&#237;ticos patronais da Concertaci&#243;n e a direita, ter quebrado o acordo alcan&#231;ado no fim do ano passado pela LGE, pode despertar o processo e unific&#225;-lo a n&#237;vel nacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Secundaristas, universit&#225;rios e professores tendem a dizer que a discuss&#227;o de 2006 n&#227;o foi resolvida. Mas desta vez n&#227;o h&#225; um organismo nacional unificador no interior dos secundaristas como a ANES de maio de 2006 (baseado na democracia direta), e tamb&#233;m n&#227;o termina de emergir um movimento nacional que tenha como primeiro objetivo acabar com o lucro na educa&#231;&#227;o, como ocorreu em 2006 com um milh&#227;o de estudantes mobilizados. Pois este ponto alto das mobiliza&#231;&#245;es coincide com o desgaste em algumas cidades que estiveram em seu momento na cabe&#231;a, como Valparaiso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O qu&#234; mostram as novas mobiliza&#231;&#245;es?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;At&#233; o dia de hoje o movimento estudantil n&#227;o conseguiu ser unificadamente massivo a n&#237;vel nacional, vinham sendo poucos os que sa&#237;am &#225;s ruas para lutar. Hoje se demonstrou que os estudantes e professores t&#234;m determina&#231;&#227;o de mobilizar-se para acabar com o lucro na educa&#231;&#227;o, mas isto n&#227;o basta. Em momentos como este se torna imprescind&#237;vel que o movimento adquira uma din&#226;mica de unifica&#231;&#227;o nacional, organizacional e pol&#237;tica, e deste modo poder&#225; consolidar o ponto mais alto &#201; necess&#225;rio superar completamente o trecho inicial de reivindica&#231;&#245;es puramente locais, descordena&#231;&#227;o e divis&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para isso desde Las Armas de la Cr&#237;tica cremos que &#233; necess&#225;ria a unidade dos estudantes para combater conseq&#252;entemente a educa&#231;&#227;o de mercado, pondo em p&#233; uma Coordena&#231;&#227;o Geral de Mobiliza&#231;&#227;o que aglutine as demandas dos universit&#225;rios, secundaristas e trabalhadores da educa&#231;&#227;o, com uma pauta nacional &#250;nica pela qual lutemos unidos. &#201; necess&#225;ria a luta por uma inst&#226;ncia de coordena&#231;&#227;o e luta nacional pr&#243;pria dos estudantes e trabalhadores da educa&#231;&#227;o. Reafirmamos que a &#250;nica solu&#231;&#227;o frente &#224; lucrativa educa&#231;&#227;o &#233; a luta por uma escola nacional unificada, pela educa&#231;&#227;o p&#250;blica e gratuita em todos seus n&#237;veis, sem indeniza&#231;&#227;o &#225;s escolas particulares, no caminho de uma educa&#231;&#227;o a servi&#231;o dos trabalhadores e do povo pobre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Traduzido por Fabr&#237;cio Davoglio&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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		<title>Movilizaci&#243;n de estudiantes y profesores</title>
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		<dc:date>2008-06-05T18:28:20Z</dc:date>
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		<dc:language>es</dc:language>
		<dc:creator>Clase contra Clase (Chile), LAC-Las Armas de la Cr&#237;tica</dc:creator>


		<dc:subject>Am&#233;rica Latina</dc:subject>
		<dc:subject>Chile</dc:subject>

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&lt;p&gt;En los &#250;ltimos d&#237;as, y ante la inminente votaci&#243;n de la Ley General de Educaci&#243;n (LGE), se realizaron tomas y movilizaciones en diferentes colegios secundarios y algunas facultades. El gobierno de Michelle Bachelet respondi&#243; con desalojos y represi&#243;n, al tiempo que llama a &#8220;respetar los acuerdos&#8221;. Varios colegios fueron retomados y se llev&#243; a cabo una movilizaci&#243;n conjunta de estudiantes y profesores. &lt;br class='autobr' /&gt;
El mi&#233;rcoles 4/6 m&#225;s de 8.000 estudiantes secundarios, universitarios y profesores, se (&#8230;)&lt;/p&gt;


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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://estrategiainternacional.org/local/cache-vignettes/L150xH104/arton1298-d8517.jpg?1696526389' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='104' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;En los &#250;ltimos d&#237;as, y ante la inminente votaci&#243;n de la Ley General de Educaci&#243;n (LGE), se realizaron tomas y movilizaciones en diferentes colegios secundarios y algunas facultades. El gobierno de Michelle Bachelet respondi&#243; con desalojos y represi&#243;n, al tiempo que llama a &#8220;respetar los acuerdos&#8221;. Varios colegios fueron retomados y se llev&#243; a cabo una movilizaci&#243;n conjunta de estudiantes y profesores.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El mi&#233;rcoles 4/6 m&#225;s de 8.000 estudiantes secundarios, universitarios y profesores, se movilizaron por las calles del centro de la capital de Chile, Santiago, y en distintas ciudades del pa&#237;s se realizaron paros que respondieron al llamado del Colegio de Profesores.&lt;br class='autobr' /&gt;
Seg&#250;n el gobierno el paro fue de un 75% a nivel nacional, mientras que para profesores, secundarios y universitarios fue de un 95%. En los hechos se trat&#243; de una movilizaci&#243;n en la que confluyeron trabajadores de la educaci&#243;n y estudiantes con una importante convocatoria a nivel nacional. Se trata del punto m&#225;s alto del proceso de lucha estudiantil que comenz&#243; hace m&#225;s de un mes contra la paup&#233;rrima infraestructura de los establecimientos educacionales, las alzas en los aranceles y que tiene como trasfondo el rechazo a la LGE que legitima el lucro y la privatizaci&#243;n de la educaci&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesar de la copiosa lluvia, los manifestantes hicieron escuchar fuerte su grito contra la LGE y contra el lucro en la educaci&#243;n. Sin embargo, la direcci&#243;n del Colegio de Profesores (en manos del Partido Comunista), se apresur&#243; a plantear que era un paso adelante haberle quitado la &#8220;suma urgencia&#8221; (mecanismo presidencial para hacer una votaci&#243;n r&#225;pida) a la discusi&#243;n sobre la LGE. Este momento da cuenta de las fortalezas y l&#237;mites que tiene en el actual momento el movimiento estudiantil, porque por una parte se cuestiona el lucro, pero por la otra prima la confianza en que con mayor discusi&#243;n al interior del Parlamento ser&#225; posible mejorar la Ley, sin ver que ese es el mismo camino que desvi&#243; la fuerza de la lucha iniciada en 2006.&lt;br class='autobr' /&gt;
El movimiento estudiantil pareciera querer volver a la escena luego de un a&#241;o de pasividad impuesto por el desv&#237;o que signific&#243; la Comisi&#243;n Asesora Presidencial, instancia propiciada por el gobierno de la Concertaci&#243;n y la derecha para poner pa&#241;os fr&#237;os a las movilizaciones, compuesta por m&#225;s del 70% de empresarios de la educaci&#243;n y pol&#237;ticos a su servicio, que defendieron la herencia de Pinochet -la LOCE-, es decir, los pilares de la educaci&#243;n de mercado, alineando tras de s&#237; a las principales direcciones de los secundarios (Juventudes Comunistas, Crear, etc..) que llamaron a integrar dicha comisi&#243;n. Hoy muchos estudiantes han sacando sus conclusiones, y se dan cuenta que el problema no ha sido solucionado, por esto se comienzan a desplegar nuevamente las banderas de lucha que dicen &#8220;No al lucro en la educaci&#243;n&#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;El marco pol&#237;tico de la promulgaci&#243;n de la LGE viene planteando que las luchas locales pasen a ser generales bajo el lema &#8220;No a la LGE, No al lucro en la educaci&#243;n&#8221;, pero esto no termina de cristalizar a nivel nacional, aunque quiz&#225;s el hecho de que entre los propios pol&#237;ticos patronales de la Concertaci&#243;n y la derecha, se haya roto el acuerdo alcanzado a fines del a&#241;o pasado por la LGE, puede alentar el proceso y unificarlo a nivel nacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los secundarios, universitarios y profesores tienden a plantear que la discusi&#243;n de 2006 no fue resuelta. Pero esta vez no hay un organismo nacional unificador al interior de los secundarios como la ANES de mayo de 2006 (basado en la democracia directa), y tampoco termina de emerger un n&#237;tido movimiento estudiantil nacional que tenga como primer objetivo acabar con el lucro en la educaci&#243;n, como s&#237; ocurri&#243; el 2006 con un mill&#243;n de estudiantes movilizados. Pues este punto alto de las movilizaciones, coincide con el desgaste en algunas ciudades que estuvieron en su momento a la cabeza, como Valpara&#237;so.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&#191;Qu&#233; muestran las nuevas movilizaciones?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hasta el d&#237;a de hoy el movimiento estudiantil no lograba ser unificadamente masivo a nivel nacional, ven&#237;an siendo pocos los que sal&#237;an a la calle a luchar. Hoy se demostr&#243; que los estudiantes y profesores tienen la determinaci&#243;n de movilizarse para acabar con el lucro en la educaci&#243;n, pero esto no basta. En momentos como este se vuelve imprescindible que el movimiento adquiera una din&#225;mica de unificaci&#243;n nacional, organizacional y pol&#237;tica, de este modo podr&#225; consolidar este punto m&#225;s alto. Es necesario superar completamente el tramo inicial de petitorios puramente locales, descoordinaci&#243;n y divisi&#243;n.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para esto desde Las Armas de la Cr&#237;tica creemos que es necesario la unidad de los estudiantes para combatir consecuentemente la educaci&#243;n de mercado, poniendo en pie una Coordinadora General de Movilizaci&#243;n que aglutine las demandas de los universitarios, secundarios y trabajadores de la educaci&#243;n, con un petitorio &#250;nico nacional por el cual luchar unidos. Es necesaria la lucha por una instancia de coordinaci&#243;n y lucha nacional propia de los estudiantes y trabajadores de la educaci&#243;n. Reafirmamos que la &#250;nica soluci&#243;n ante la lucrativa educaci&#243;n, es la lucha por una escuela nacional unificada, por la educaci&#243;n p&#250;blica y gratuita en todos sus niveles, sin subsidio a los privados, en el camino de una educaci&#243;n al servicio de los trabajadores y el pueblo pobre.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
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